Memória da resistência

Exposição em São Paulo reúne cerca de 100 fotografias e documentos do Fundo Deops

  • Ato pelos 75 anos do Centro Acadêmico XI de Agosto, no Largo de São Francisco, em 78Um aspecto da memória política da capital paulista entre 1970 e 1990 é revelado numa exposição no Memorial da Resistência de São Paulo. "Lugares da Memória. Resistência e repressão" reúne cerca de 100 fotografias e documentos do Fundo Deops/SP, hoje sob a guarda do Arquivo Público do Estado, fazendo um recorte sobre alguns lugares que serviram de palco para manifestações contra a ditadura militar.

    Em inúmeros lugares habitam as memórias das ações de controle, repressão e resistência políticas no Brasil durante os dois regimes autoritários – o Estado Novo (1937-1945) e a Ditadura Militar (1964-1985), e em períodos de democracia: presídios, praças, sindicatos, hospícios, campos de aprisionamento, igrejas, ruas, teatros, entre tantos, guardam a memória de atrocidades, lutas e conquistas, de maus tratos e solidariedade. Por que e como se tornaram espaços de repressão ou campos da resistência?

    Entre os locais retratados estão a Catedral, a Praça da Sé, a Faculdade de Direito da USP e o Instituto Israelita Brasileiro. A mostra fica em cartaz até 18 de março e pode ser visitada de terça a domingo, das 10h às 17h30.

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