É bem possível que brasileiros tenham lutado contra brasileiros na Segunda Guerra. No recém-lançado livro "Os soldados brasileiros de Hitler" (Editora Juruá), o historiador Dennison de Oliveira sugere, com base no número de repatriados da Alemanha para o Brasil entre 1946 e 1949, que algumas centenas de brasileiros lutaram sob a bandeira da Alemanha nazista. É provável, portanto, que alguns tenham enfrentado tropas da Força Expedicionária Brasileira (FEB) na Itália, embora não se conheçam registros oficiais. Apesar do tabu acerca do tema, o professor da Universidade Federal do Paraná decidiu investigar a história desses indivíduos que prestaram serviço militar para o inimigo. A idéia surgiu a partir de um trabalho de Oliveira e seus alunos no Museu dos Expedicionários em Curitiba. Ao conhecerem a história de alemães que lutaram na guerra pela FEB, se questionaram se o contrário também teria ocorrido.
A resposta foi sim. Através do autor de um polêmico livro revisionista, Oliveira teve acesso a seis brasileiros que foram "soldados de Hitler". Entrevistou quatro integrantes do exército alemão e dois membros da Juventude Hitlerista, incumbida do resgate de feridos, desabrigados e corpos durante a guerra.
"Por razões óbvias, a experiência de vida desses indivíduos, suas memórias e vivências, ficaram até recentemente silenciadas. O tabu contra os indivíduos que prestaram serviço militar sob a bandeira do inimigo, bem como a revelação, ao fim da guerra, do real significado do projeto nazista (genocídio, escravismo, racismo, totalitarismo etc), trabalharam para que a aparição desse tipo de relato permanecesse praticamente impossível", explica o autor no início do livro.
Para atribuir à casa das centenas o número de soldados brasileiros que lutaram pela Alemanha, Oliveira baseou-se nos relatos do coronel do Exército Brasileiro Aurélio de Lyra Tavares, comandante do escritório da Missão Militar Brasileira aberto em Berlim em março de 1946.De acordo com o coronel, antes mesmo de iniciados os trabalhos, a repartição já havia recebido um volume substancial de pedidos de brasileiros que pleiteavam repatriação para o Brasil. Quando o escritório abriu suas portas, havia filas permanentes em torno do prédio. Ao fim das atividades da Missão em dezembro de 1949, o coronel Tavares havia contabilizado o envio para o Brasil de 2.445 brasileiros e 2.752 estrangeiros, uma vez que o plano de repatriação incluía também os membros alemães das famílias.
Segundo o coronel Tavares, 83% dos pedidos referiam-se a brasileiros que haviam entrado na Alemanha entre 1938 e 1939 – período entre a anexação da Áustria e o início da guerra.
Oliveira explica que talvez jamais se saiba com exatidão quantos destes indivíduos eram do sexo masculino e se encontravam no grupo etário recrutável para o serviço militar pelo regime de Hitler. Mas, levando-se em conta que o ingresso na Juventude Hitlerista – organização que colaborava com o exército - era obrigatório a meninos e meninas a partir dos 14 anos, pode-se estimar em centenas o número de brasileiros que atuaram no regime nazista.Para as crianças entre 10 e 14 anos, a filiação na organização JungVolk, controlada pelo regime, também era obrigatória.
Segundo Oliveira, os brasileiros recrutados eram em maioria filhos de famílias alemãs nascidos no Brasil, que retornaram à Alemanha para estudar ou trabalhar na década de 30, geralmente com suas famílias. Com a guerra, não puderam mais retornar ao Brasil e foram convocados pela sua também pátria.
De acordo com Oliveira, os brasileiros engajados pelas forças alemãs sempre agiram e lutaram como os outros alemães. O livro registra um caso único de um soldado que se recusou a lutar contra seus compatriotas brasileiros na Itália. O soldado apelidado pelos colegas de Der Amerikaner (o americano) tinha consciência de que podia se tornar responsável pela morte de antigos amigos recrutados pelo exército brasileiro e também sofrer represálias por ser um "traidor" do Brasil, caso fosse capturado.Uma curiosidade é que a maior dificuldade dos combatentes ao voltar para o Brasil foi a falta do certificado de cumprimento das suas obrigações militares para com as Forças Armadas brasileiras, pré-requisito para o exercício da maior parte dos direitos civis. Segundo Oliveira, eles contornavam o problema cumprindo penalidades leves, como o pagamento de uma multa, ou recorrendo a soluções informais.
Com a publicação, que resultou de uma pesquisa sobre cidadania e nacionalidade entre teuto-brasileiros no período 1919-2004, o professor espera incrementar a historiografia da segunda guerra do ponto de vista de quem a perdeu, contribuindo para o conhecimento sobre diferentes dimensões sociais e humanas do conflito.
"A validade do exame e preservação desse tipo de memória sempre foi amplamente reconhecida: os testemunhos daqueles que viveram, trabalharam e – neste caso – lutaram pelo III Reich pode nos fornecer pistas importantes para o entendimento de uma série de eventos que tornaram o nazismo e a Segunda Guerra Mundial possibilidades históricas", acrescenta.
Apesar de discordar da visão política dos entrevistados – a maioria é revisionista e até negacionista, isto é, nega que a Alemanha tenha começado a guerra e promovido o extermínio de milhões de pessoas em campos de concentração – Oliveira reconhece que desenvolveu uma relação de amizade com eles, tanto que dedicou-lhes o livro.Questionado se seus entrevistados realmente acreditam no que dizem, Oliveira afirma que a negação dos fatos "é uma atitude política consciente". "Eles têm um orgulho patriótico da Alemanha", diz Oliveira, doutor em Ciências Sociais pela Unicamp.
Os entrevistados do livro insistem em apontar a responsabilidade da Grã-Bretanha pela eclosão da Segunda Guerra Mundial, que, alegando defender a integridade das fronteiras polonesas, declarou guerra à Alemanha, mas não à URSS, que também havia invadido aquele país, como resultado do acordo Molotov-Ribentrop de agosto de 1939. "Fica evidente o esforço de se sublinhar o oportunismo britânico, ao mesmo tempo em que se invalidam as alegações de caráter ético ou de solidariedade que usualmente são associadas à atitude da Grã-Bretanha", relata o pesquisador.
Os ex-combatentes também destacam os bombardeios aéreos de anglo-americanos contra as cidades alemãs, que teriam resultado na morte de pelo menos seiscentos mil alemães, além de feridos e mutilados. "Os alemães também sofreram com a guerra e é importante que se avance no conhecimento deste sofrimento - bem como o de todos os envolvidos", explica Oliveira.
O próximo livro de Oliveira falará sobre os soldados alemães de Getúlio Vargas.
















































































Roberto Bondarik
24/3/2012Por fim ... meu nome não é Paulo Roberto e estou encaminhando correspondência a essa revista e site para que se responsabilize juntamente com esse Carlos Humberto Pereira pelas ofensas que permitiram publicar em seu site.
Roberto Bondarik
24/3/2012Eu conheço o Prof. Dennison pessoalmente e seu trabalho é extremamente sério. Não me recordo de ter comentado em nenhum post desta revista e a respeito dessa reportagem. Tivesse eu os dados desse sujeito Carlos Humberto Pereira, e soubesse que ele existe de fato o processaria por calunia e difamação. Aliás registrei ocorrência na 11ª Subdivisão da Policia em Cornélio Procópio - Pr a respeito de vosso comentario e ofensas registradas ...
Rogério Floripa
8/11/2011Baixar o Documentário Soldados de Hitler - Completo - http://is.gd/TgnKIX
Bruna
12/8/2011Download do Documentário - Os Soldados de Hitler http://fwd4.me/08rH
José
6/6/2011Olha que história, ou estória contada pelo meu pai, que não tem nada de alemão,era muito amigo de um senhor, manifestamente alemão, porte físico, sotaque etc, éramos vizinhos, este senhor nunca havia contado nada para o meu pai, mas um ano antes da sua morte(1979 ou 1980) contou o seguinte para o meu pai:havia nascido no Brasil, de pais alemães, em 1935 foi para a alemanha, sem os pais, trabalhar e estudar(?),com a guerra foi recrutado pelo exército e enviado para a União Soviética onde ficou prisioneiro até a década de 50. Com a liberdade retornou para o Brasil e só queria esquecer o que se passou.
rosane
1/3/2011meu sogro tambpem esteve na guerra, era soldado do hitler da SS, ele era austriaco, e depois veio morar no Brasil.. meu e mail> rro 2005@yahoo.com.br. temos documentos para provar...
Carlos
16/10/2010O LIVRO É OTIMO!!! Agora quem nã leu q cale a boca
Jonas
16/10/2010O livro é demais
Walter
13/5/2010Muito interessante, prova que o homem é um animal político e luta por seus ideais.
PIOR CEGO É O'QUE VER MAS NÃO CHEGA
3/12/2009AINDA SIM VEJO COMENTARIOS DE CERTOS ACEFOLOS COM PROPOSITO CONTRADITORIA AO TEMA DO SITE,ANTES DE ABRIR ESSA BOCA PODRE BURRA LEIA MAS ,VOC~E NÃO CONSEGUIRIA MANTER UM DEBATE ABERTO COM MIGO NEM A PAU,QUE DROGA GALERA A HISTORIA É MANIPULADA PARA FAVORECER OS ALIADOS,E ISSO É FATO O MUNDO HOJE É DOS SIONISTA GRAÇAS A GRANDE FARSA CHAMADA DE HOLOCAUSTO JUDEO EM QUE NÃO MORRERAM UM SE QUER NAS MÃOS DA SS ESAS MERDA NÃO SOBREVIVERIA AO DEBATE DEMOCRATICO,E ISSO É FATO.. UM DIA ESSA FASA CAI.
Paulo Roberto
22/10/2009Bla, bla, bla, bla... mais um lixo revisionista e inutil. Chega a ser cômico ver que os que defendem toda essa lorota de que "não foi bem assim", de que "os campos de concentração eram colonias de férias" (kkkkkkkkkk, até isso os ridículos revimanés já alegaram) são os mesmo que hoje infestam SP e RS com suas ideologias torpes racistas e assassinas, e vivem aparecendo no noticiário devido a seus crimes. Se tudo que os revimanés alegam hoje não ser verdade, como o carater racista e xenófobo das forças de Hitler, os assassinatos e outros crimes cometidos pelas mesmas, porque então esses mesmos revimanés são tão adorados e idolatrados pelos nazis de hoje que vivem aparecendo na mídia policial por crimes de intolerância racial, xenofobia e assassinatos de de punks, homossexuais, negros, nordestinos, mendigos e outros que são vistos como inferiores segundo a ótica nazista? Contra fatos não há argumentos. Nazistas = Genocidas, xenófobos, racistas, preconceituosos intolerantes.
EDUARD FUHRER
13/2/2009E MUITO BOM TER O CONHECIMENTO DAS VERDADES VERDADEIRAS E DECUBRIRMOS Q TODA ESTA FARÇA Q ESTA CAINDO O POVO MENTIROSO E QUEM ESCONDE A VERDADE NÃO DEVE EXISTIR Q TODA A VERDADE VENHA AO NOSSO CONHECIMENTO E O CINHECIMENTO DO MUNDO P ACABAR COM A MENTIRA EA FARÇA DOS VERDADEIROS ASSASSINOS E CRIMINOSOS PARABENS PELO SITE PARABENS PELO LIVRO E A JUSTIÇA SERA FEITA A CARAPUÇA CAIU E TEMOS SEDE DE DESCUBRIR MAIS E MAIS SOBRE OS PLANOS DOS MUTILADORES DA VERDADE E DA HONRA E SANGUE .TODOS ENVOLVIDOS ,POVOS ,RAÇAS , ETC, PAISES , DESCOBRIREMOS E SABEMOS A VERDADE E NÃO VÃO TIRAR ISTO DE NOS E SOMOS MUITOS E TODOS JA SABEM LUTARAM POR ISTO ......................ESCELENTE LIVRO PARABENS.........
Lohengrin
6/7/2008Os sionistas conseguiram deletar a comunidade do livro no Orkut. =/
Wagner
1/5/2008é bem legal, agora é aguardar o próssimo
Roberto
27/4/2008É gente,bem interessante msm,os Aliados eram muitos falsos,contavam fatos q nem acontecia,a Alemanha lutando sozinha,ñ praticava crimes Bárbaros = a Russia,q estrupava e matava... Más por fim, a verdade está vindo a tona EE mudando de assunto...^^ Muito baum esse Site de História q nem sabiamos Abraços a todos!.
julia z
18/4/2008é importante manter viva a memória das atrocidades que o ser humano é capaz de cometer. isso não tem a ver com alemães nem com brasileiros, mas com a humanidade, q ao mesmo tempo q é capaz de criar coisas incríveis tb é capaz de destruir, de massacrar, matar os próprios irmãos. é bom q se pense nisso sempre. não foram só os judeus, os negros sofreram da mesma forma (o que eram os navios negreiros senão campos de concentração flutuantes?), as mulheres (durante a inquisição e até hj em muitos países da áfrica e do oriente médio), etc. etc. etc. é se lembrando e pensando sobre isso q temos alguma chance de nos tornar melhores.
Stela Mohrer
14/4/2008A comunidade no orkut sobre o livro é muito boa! Ali até falam de casos na minha própria cidade, quem diria...
Lohengrin
13/4/2008Continuando, tb aconselho o ótimo livro A INDÚSTRIA DO HOLOCAUSTO, de Norman Finkelstein - que, admirem, é judeu e REVISIONISTA. Portanto, antes de duvidar de uma ciência ou tecer comentários sobre qualquer livro que seja, aconselho sua LEITURA (algo que a autora desta matéria não fez). Portanto, é isto por enquanto.
Lohengrin
13/4/2008Sheila... Marcas no corpo? Avôs e bisavôs mortos por Zyklon B? Quem contou esta Estória? Teu avô morto, que voltou do caixão, ou um sobrevivente (sic) dos campos de concentração (que vcs adoram chamar de campos de extermínio). Absurda a teoria de que morreram seis milhões de judeus. Totalmente absurda! Alguns dos próprios soldados brasileiros que lutaram pela Alemanha negam o conhecimento de campos de extermínio de judeus. Bem, quem quiser se aprofundar mais na questão, aconselho a leitura de HOLOCAUSTO JUDEU OU ALEMÃO? de S.E. Castan. Tem na BN, para consulta.
Camila
11/4/2008Já tem até uma comu bem legau no Orkut sobre o livro
Jessica Rosenbrock
10/4/2008Adorei o livro, tem um ponto de vista neutro, realmente conta o que aconteceu naquela epóca, mostrando que nao foi somente a Alemanha que fez coisas erradas, acho que a maioria do pessoal que fala mal do livro, nao chegou a ler nem o 1° paragráfo do texto... isso é uma coisa ruim do "brasileiro", mania de falar mal sem estudar sobre o caso. Ótimo livro. Obs : sobre a observaçao de um outro la em cima , sim , eles realmente eram filhos de Alemães, mas nao foi somente nestes casos, aqui no Sul , nao é dificil voce encontrar em cada esquina alguem que tenha uma ascendencia Alema ou etc... Obrigada
Lino
9/4/2008Soh pelo titulu ja´ dá pra ve que o livro eh uma afronta esses caras deveriam pagar pelo que fizeram bando de traidor
José Caetano Silva
9/4/2008Ainda não li "Os soldados brasileiros de Hitler". Mas alguns dos comentários quase me assustam. Creio que a história deve, sim, ser permanentemente revista. Mas JAMAIS por um viés ideológico ou teológico. A ideologia, a teologia e a filosofia, essas sim, são coisas que podem ser escolhas pessoais, lutar ou não numa guerra nem sempre pode ser. E a bem da verdade elas não tem lá muito grande importância. Aliás, a respeito delas Hannah Arendt escreveu "são todas filhas do conhecimento pelo homem de sua finitude" (a citação não é literal). E todo novo conhecimento sobre um período tão importante da história será sempre benvindo.
André Luís - Santos/SP
6/4/2008São brasileiros que tinham vergonha de sua nacionalidade "ius solis" (direito de solo), ou seja, o direito de aquisição da nacionalidade é dado através do país onde a pessoa nasceu. Mas, pelo que vejos, estes germano-brasileiros eram mais partidarios do “ius sanguinis” (direito do sangue), ou seja, o recebimento da nacionalidade através da filiação paterna ou materna. Esse é o caso da Suíça, Alemanha e Áustria. Assim, motivados pelas suas raizes germanicas ( provavelmente se achando melhores do que nós) foram até a Alemanha na ciência e com toda a convicção de espalhar pelo mundo o idealismo da raça ariana, como a raça superior. Agora, após perderem a Guerra e verem sua maldita ideologia jogada no lixo (onde sempre esteve e sempre estará) voltam para o Brasil como se nada tivesse acontecido, como se não tivesse morrido brutalmente 6 milhões de judeus/seres humanos. Estes infelizes deveriam ser julgados aqui no Brasil por crimes contra a humanidade.
Salomão Stein
1/4/2008Eu achei bem legal
Nayara Müller
31/3/2008Axo q vcs deveriam ler melhor o livro q é mto + equilibrado do q parece, naum deixa d lado os crimes q foram cometidos por ninguem, seja alemaun, ingles, americano, judeu, russo, etc. etc. etc. enfim gostei pq mostra q ninguém é só santo ou só vitima
rafael
31/3/2008sim houve patriotismo.... e principalmente estupidez, e existe ate hj como podemos ver nesse comentario do vitor... como uma pessoa pode falar heil hitler sabendo o q esse cara fez com milhares de pessoas...
Ester
30/3/2008Vitor, você poderia dizer mais claramente qual é a sua verdade?
Vitor
30/3/2008Como já disseram, a verdade vai aparecendo aos poucos.... Heil Hitler eternamente!
george barcellos
29/3/2008Nao podemos nos esquecer que muitos lutarão por convicção patriotismo - honra - ideal..e porque quis mesmo
rafael
29/3/2008Realmente mts pessoas lutaram na guerra por q foram obrigados. ou vcs acham q as pessoas gostam de ficar com a vida por um fio todo dia?! alguns dos soldados q lutaram essa guerra, independente da nacionalidade, seja brasileiro, alemão ou qualquer outra, lutavam por não ter opção, sei disso por que li algumas coisa a respeito do assunto, a policia secreta alemã matava soldados desrtores ou considerados traidores, se vc fosse pro exercito era lutar ou enfrentar uma corte marcial e talvez ser executado. mas isso não tira a culpa de mts q realmente gostavam de lutar e praticar barbaridades. outro fato é q o povo alemão tbm sofreu com a violencia dos aliados, eles bombardeavam cidades onde viviam pessoas q não tinham nada a ver com a guerra, ate epsodios de est´pro e pilhagem aconteceram, e eles eram os herois?
MARIANA
29/3/2008HÁ DE SE LEVAR EM CONTA QUE MUITA GENTE DEVE TER LUTADO NA ALEMANHA PORQUE FOI OBRIGADO A ISSO. ELES CONVOCAVAM ATÉ CRIANÇAS. POR ISSO QDO PUDERAM VOLTARAM AO BRAASIL. ACHO PRECIPITADO CRITICAR SEM SABER OS MOTIVOS DOS BRASILEIROS NAQUELA ÉPOCA.
Marina
27/3/2008Rubens, o que vc maldosamente chama de 'holoconto' está registrado em fotos, notícias de jornais da época, filmes originais (do próprio Führer!) e, mais do que isso tudo, está vivo na memória de sobreviventes e descendentes. Você vai ter coragem de negar aqui na frente de todo mundo que meus bisavós morreram em campos de concentração? Vai negar que um deles - a primeira vítima da família - foi tirado de dentro da sinagoga e espancado junto com outros judeus dentro da Prefeitura da cidade, em 1933? Minha avó está viva pra contar os detalhes. Portanto, dobre a sua língua.
Rubens Bulad
27/3/2008Mais um livro que indiretamente desmistifica a FARSA do holoconto judaico. Embora um pouco tendencioso, a verdade está aparecendo aos poucos. A casa sionista vai cair!
Sheila
26/3/2008Lohengrin..... eis mais um ignorante no mundo! Este sim deveria ter ido para guerra e aproveitado para nos fazer um enorme favor ficando por lá! Pessoas que passaram pelo terror do Holocausto nos campos de concentração vivem até hoje com suas marcas no corpo e no coração dos entes que perderam na ocasião e me vem um energumeno deste e me fala uma baboseira dessas. Lamentável!
Carla
26/3/2008Achei um absurdo o Brasil ter acolhido aqueles que lutaram contra o mesmo e seus patriotas, deveriam pois, ter ficado pela Alemanha! Por isso que esse pais não é levado a sério, cada um faz o que quer! Quer dizer que eles vão a guerra contra seu pais, matam 6 milhões de judeus, fora os ciganos, homossexuais, deficientes que eram perseguidos e depois voltam como se nada tivesse acontecido? Além de não serem aceitos de volta, deveriam pagar pelas mortes que causaram! Ainda mais pq com certeza mtos brasileiros morreram nessa guerra tendo em vista que no Brasil não há arianos na visão de Hitler, somos todos "mestiços".
GMG
25/3/2008Não julgo as pessoas, mas as suas atitudes, como nesse caso, em que não consigo enxergar razão pra quem luta contra um país e dps quer ser acolhido por ele de volta... Como justificar isso?? Eu não consigo!!!
Guilherme
25/3/2008Existiram vários genocídios na humanidade, e o promovido pelos nazistas foi sem dúvida um deles, sim. Contra fatos não há argumentos. Hitler foi diabólico e um ensaio do anticristo e não dou valor nenhum ao que quer que ele tenha feito na vida. Jesus é o sentido da vida, eu converso com ele todos os dias. Chocolates e presentes passarão, mas não as palavras dele, para o qual todos, inclusive os genocidas terão de prestar contas um dia. Aí, as máscaras de todos cairão. A justiça dos homens não passa de "trapos de imundícia".
Willian Spengler
25/3/2008Para aqueles que se interessam pelo tema, gostaria de sugerir a leitura da obra "Memórias de uma (outra) guerra: cotidiano e medo durante a Segunda Guerra em Santa Catarina", de autoria de Marlene de Fáveri, que narra o cotidiano envolto ao medo, à violência e à censura, dos descendentes de alemães e italianos em Santa Catarina durante a Segunda Guerra Mundial, vítimas das chamadas "políticas nacionalizantes", dando especial atenção ao resgate da memória e à denúncia do esquecimento que prevaleceu no pós-guerra.
RCCS
25/3/2008Excelente tema. Não nos cabe julgar quem agiu certo ou errado ao apoiar "A" ou "B" . Todos pensaram em seus interesses particulares. Em relação ao extermínio, não estou tentando justificar o ocorrido, mas tento fazer uma reflexão sobre os varios extermínios ou tentativas de, mudam-se as formas e os protagonistas e os "VILÕES" mudam conforme os interesses locais ou mundiais, mas o objetivo permanece. Índios nas Américas e principalmente no Brasil, Negros, Mestiços, Mulatos, Cafusos, Caboclos, Brancos pobres, Negros pobres, Xiitas, Sunitas, Maias, Astecas, Árabes, Mulçumanos, Cristãos, Protestantes, Judeus, Asiáticos, etc.Podemos relacionar milhares de situações e etnias que as nações com seus grupos biológico e culturamente homogêneos dominantes se julgam melhor e superiores. Sendo assim, se apoderam de meios e teorias para justificar o extermínio a exclusão a falta de condições básicas de vida. Mas o exemplo maior dado por esse poder econômico e político para assegurar sua dominação e interesses de grupos foi a EXECUÇÃO DE JESUS. O qual, mal lembramos. O chocolate e os presentes em dezembro se sobrepõe.
Daniel Schmidt
25/3/2008Este livro é confirmado por uma pequena história familiar. Meu avô é alemão imigrado para o Brasi quando bebê, no início da década de vinte. Quando a guerra estourou, ele estava em idade de serviço militar. Um navio do Reich passava pela américa para levar os imigrantes para prestar serviço militar na Alemanha. Porém, quando meu avô estava a caminho de Santos, a Guerra estourou na Europa e ele desistiu. Por pouco não se tornou um "soldado brasileiro de Hitler".
Guilherme
25/3/2008Nada contra os alemães ou qualquer outro povo, mas esses soldados que lutaram CONTRA a Mãe Gentil que os acolheu quando já estavam sem esperança lá na dona Alemanha deveriam ter ficado por lá mesmo! Quer dizer que sempre que a coisa aperta, aí o Brasil "serve"? Lutaram contra o nosso País e quiseram voltar, ainda negando que 6 milhões (só de judeus) foram exrterminados por aqueles nazistas diabólicos e inescrupulosos?? Porque foram aceitos de volta?? Não dá pra entender! Que se decidam a favor de quem são, pq nosso país não é um clubinho... Se lá é que é bom vão pra lá, pra ver se vão aceitar brasileiros de braços abertos que nem foram recebidos aqui.
nidia nobrega
24/3/2008Rio do Sul, Santa Catarina, localizada no Vale do Itajaí foi a cidade que mais contribuiu com homens,ouro,alimentos e doações na primeira e segunda guerras.Dados sobre essa participação constam em bibliografia editada pela UFSC. A presença de Hitler no imaginário dos descendentes de migrantes até hoje é muito forte.
Ladir Mayer
21/3/2008. Espero ansiosamente meu livro chegar para que eu possa comentar. .
Maira
21/3/2008O livro é excelente! Todos deveriam ler para conhecer esta parte ignorada pela História.
Lohengrin
21/3/2008Finalmente a verdade começa a transparecer. Cadê o holoconto? Sumiu! Vcs, autores da reportagem, devem tomar mais cuidado ao falar da visão revisionista da História da Segunda Guerra. Não criem pré-julgamento. Leiam o livro antes!
lisandro
21/3/2008fiz uma série de reportagens num jornal de ijuí sobre descendentes que lutaram nas tropas de hitler!!
antonio carlos n. pivatto
21/3/2008Acho muito válido o tema. Afinal, tivemos uma grande imigração alemã e, é improvável que muitos dos descendentes de alemães na época não se julgassem alemães e assim estivessem aptos para lutar pela Alemanha.
Rodrigo
20/3/2008Muito interessante. E a prova viva da insanidade da guerra.