Considerada, no passado, uma atividade marginal, a capoeira foi registrada em 15 de julho de 2008, patrimônio cultural imaterial brasileiro pelo Iphan.
Não se trata de um tombamento, como ocorre com prédios históricos, mas de um registro que embasará o desenvolvimento de políticas públicas, como a permissão para que mestres de capoeira possam exercer a profissão sem o diploma de educação física, hoje obrigatório, e a criação de uma aposentadoria para mestres.
Veja o que a Revista História da Biblioteca Nacional e este site já publicaram sobre a capoeira:
Maestria reconhecida - Mestres festejam o registro da capoeira como patrimônio cultural imaterial brasileiro. Veja vídeos exclusivos.
A capoeira na globalização - Mestre Nestor Capoeira traça a linha do tempo desse patrimônio cultural imaterial
Berimbau Universal - Lorenzo Aldé mostra como, com seus múltiplos sentidos, a capoeira caminha junto com o Brasil
Do lenço de seda à calça de ginástica - Mestre Gil Velho explica as semelhanças e diferenças entre as maltas cariocas e as gangues pernambucanas no século XIX e reflete sobre a perda de personalidade sócio-cultural da capoeira
A dança da zebra - Será que foi do ‘n'golo’, jogo de combate angolano, que nasceu a nossa capoeira? Artigo de Matthias Röhrig Assunção e Mestre Cobra Mansa
O mistério da capoeira - Por que a capoeira atrai cada vez mais adeptos no mundo? Revista de História da Biblioteca Nacional promove fórum para desvendar esse mistério
O maior dos capoeiras - Pequena trajetória do Mestre Pastinha
Angola no coração - Pequena trajetória de Albano Neves e Sousa
Capoeiras, no plural - As diferenças que se escondem atrás de um único nome
Mestre Leopoldina, o eterno - Homenagem ao Mestre Leopoldina, com foto e vídeos
A saga da capoeira em terras brasileiras - Da marginalidade ao PAN - Artigo de Carlos Eugênio Líbano Soares